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Aparelhos Estéticos

Aparelhos Estéticos

Não gosta do seu sorriso? Quer dar um up e melhorar a aparência dele?

Então conheça 03 soluções estéticas que com certeza vão te ajudar!

 

Aparelhos Estéticos

Hoje em dia o uso de aparelhos ortodônticos é muito comum, porém a aparência do sorriso metálico incomoda os pacientes.

Na visita ao dentista é comum encontrar problemas estéticos que só podem ser resolvidos com o uso de aparelho, as queixas mais comuns são:

  • Dentes tortos
  • Dentes encavalados
  • Dentes curtos e pequenos
  • Falta de espaço

Enfim, poderia listar várias queixas.

Entretanto, tem um problema que muitos pacientes não sabem: que ele precisa usar aparelho! Sim, isso mesmo. Na visita ao consultório ao informar que a melhor indicação para resolver o caso é usando aparelho, a reação imediata é de espanto. Talvez seja pelo desconhecimento sobre o tratamento ou achar que apenas adolescentes usam aparelho.

O tratamento ortodôntico é indicado para:

  • problemas dentários (dentes tortos, apinhados, girados, inclinados, desarmonias estéticas)
  • problemas de oclusão (mordida cruzada, mordida aberta, sobre mordida,
  • corrigir contatos entre os dentes)
  • pré-protético ( melhora o posicionamento dos dentes para ajudar na reabilitação protética com implantes)
  • pré-ciúrgica (em casos de cirurgia ortognática)

E para resolver tantos casos existem aparelhos ortodônticos estéticos:

bracket cerâmico

Brackets cerâmico

Os brackets cerâmicos são de porcelana, eles tem a vantagem de serem da mesma coloração dos dentes o que os deixam muito mais discretos que os metálicos.

Os brackets de porcelana tem uma grande vantagem: são muito resistentes as manchas (pigmentação dos alimentos, fumo, café) mantendo sua cor durante todo o tratamento.  A desvantagem dos  brackets de porcelana é que eles geram mais atrito com o fio.
O atrito pode dificultar algumas mecânicas ortodônticas. Mas, os fabricantes oferecem modelos que tem a canaleta de metal (slot), que visam reduzir o atrito e mantém a estética.
Os brackets de Safira são translúcidos, praticamente transparentes. Sua estrutura é mais polida, gerando menor atrito entre fio e bracket. Entretanto, sua desvantagem é o preço um pouco elevado.
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Brackets cerâmico autoligado

Os brackets autoligado de metal ou cerâmico tem um mecanismo onde é dispensado o uso de borrachinha e fios de amarrilhos. A vantagem é que este sistema reduz o atrito entre o fio e o bracket acelerando o tratamento ortodôntico. A redução do tempo de tratamento em relação ao convencional pode cair pela metade.
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Alinhadores estéticos

Os alinhadores estéticos são desenvolvidos utilizando a tecnologia 3D onde é realizado um planejamento virtual do caso, a partir do qual são produzidos, por um processo totalmente computadorizado, alinhadores que movimentam progressivamente os dentes.

Para realizar o tratamento são confeccionados jogos de alinhadores sequenciais, feitos sob medida. Os alinhadores são praticamente invisíveis e reposicionam seus dentes passo a passo para conseguir o sorriso que você deseja. Algumas vantagens do tratamento:

  • Você retira os alinhadores para comer, escovar os dentes e passar fio dental.
  • Sem fios ou metais que irritam a sua boca.
  • A troca dos alinhadores é feita a cada duas semanas.
  • Seus dentes se movem pouco a pouco.
  • O controle de todo o processo é feito por um ortodontista credenciado.
  • Os resultados aparecem entre 6 meses e 1 ano.
  • Invisalign não interfere no seu estilo de vida.
  • A maioria das pessoas nem vai notar que você está em tratamento.

Conclusão

É perfeitamente possível alcançar resultados incríveis com os aparelhos ortodônticos estéticos, além de melhorar a estética e a função dos dentes. A tecnologia aliada a capacitação profissional permite grandes possibilidades de tratamento com objetivo de oferecer a solução com o melhor custo-benefício.

Fonte:

Fluorose dentária – Dentes Manchados

Fluorose dentária – Dentes Manchados

O que é?

A Fluorose dentária se manifesta como manchas, geralmente esbranquiçadas nos dentes por excesso de flúor, geralmente de forma simétrica. Acomete algumas crianças de até 12 anos de idade em regiões onde a água é fluoretada ou possui nível de fluoreto natural maior que 4mg/L e em pessoas que trabalham na industria de flúor.

 

Fontes de flúor

Além de água fluoretada alguns alimentos podem causar fluorose, especialmente chá preto, algumas sopas e ensopados, café, uva-passa, alguns sucos, refrigerantes e cachorro-quente.

 

Fluoretação da água de abastecimento

Muitos cientistas e prêmios Nobéis tornaram-se contrários à fluoretação da água, pois acreditam ser o primeiro sinal de intoxicação por flúor em até 70% das crianças em algumas regiões do mundo.

A eficácia a fluoretação depende do nível de higiene oral da população, podendo chegar a 60 % onde as pessoas têm maus hábitos alimentares e de higiene, e a 5 % em algumas regiões europeias onde se tem cuidados adequados com a saúde oral.

O flúor dos cremes dentais mais o flúor dos alimentos pode reduzir em até 90% a incidência de cáries, porém, é aconselhável que crianças menores de 7 anos não usem cremes dentais fluoretados, ou baixíssima quantidade do tamanho de um grão de arroz.

O excesso de flúor poderá tóxico quando ingerido em grande quantidade de uma só vez ou crônica quando pequenas quantidades são ingeridas durante um longo período de tempo. Quando aguda pode causar desde um problema gastrointestinal até mesmo uma parada respiratória e consequentemente morte.

Em sua forma crônica a toxicidade pode afetar tecidos mineralizados (ossos e esmalte dental) causando também fluorose óssea.

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Diagnóstico

A fluorose pode ser dividida em níveis segundo evolução da doença. Segundo o Índice Dean a fluorose dentária pode ser classificada em:

  1. Normal : A superfície do esmalte está lisa, lustrosa e, geralmente, de cor branca cremosa pálida.
  2. Questionável: O esmalte revela pequenas alterações de translucidez. Desde algumas partículas brancas até eventuais manchas brancas. Esta classificação é utilizada quando a estrutura do esmalte não pode ser considerada normal e ao mesmo tempo existem pequenas alterações questionando a presença da fluorose.
  3. Muito Leve: Pequenas manchas brancas e opacas espalhadas irregularmente no dente, envolvem não mais que 25% de sua superfície total. Frequentemente estão incluídos as manchas brancas de aproximadamente 1-2mm no vértice das pontas de cúspide dos pré-molares ou segundo molares
  4. Leve: Manchas brancas mais extensas, porém não ultrapassam 50% da superfície total do dente.
  5. Moderada: Manchas brancas em quase 100% da superfície dentária, o desgaste é observado junto à pequenas manchas acastanhadas.
  6. Severa: Toda superfície do esmalte comprometida por mancha, grande desgaste e manchas acastanhadas envolvem boa parte do elemento dental.

 

Seu uso entre 0,4 e 1,8 ppm é usado para evitar o desenvolvimento de cáries em países como Brasil, EUA, Inglaterra, Canadá, Austrália.

Mesmo não sendo capaz de interferir na formação de placa bacteriana e transformação do açúcar em ácidos, ele é capaz de controlar o processo de desmineralização e remineralização do esmalte dentário na forma de fluorapatita.

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Tratamento

O tratamento varia de acordo com o dano causado pela fluorose, podem ser realizados tratamentos menos invasivos como micro-abrasão e clareamentos dentários, até mesmo restaurações, facetas e coroas de porcelana. Para cada caso existe uma indicação específica, consulte sempre um cirurgião dentista.

Contraceptivos injetáveis podem ser prejudiciais para os dentes e gengivas

Contraceptivos injetáveis podem ser prejudiciais para os dentes e gengivas

Contraceptivos injetáveis a base de progesterona podem estar associados com má saúde periodontal, segundo uma pesquisa publicada na edição de fevereiro de 2012 do Journal of Periodontology.

O estudo concentrou-se no acetato de medroxiprogesterona, também conhecido como DMPA, um contraceptivo injetável de longa duração que contém somente progesterona e é administrado por via intramuscular a cada três meses. Pesquisadores descobriram que mulheres que estão atualmente tomando DMPA ou que tomaram DMPA no passado são mais propensas a ter gengivite e periodontite do que mulheres que nunca tomaram.

Gengivite e periodontite são indicadores de má saúde periodontal. Doença periodontal é uma doença inflamatória crônica que afeta o tecido gengival e o osso que suporta os dentes. Gengivite – a forma mais branda da doença gengival – faz as gengivas ficarem vermelhas, inchadas e sangrarem facilmente. Periodontite é a forma mais severa da doença gengival e pode levar a perda dental. Pesquisas associaram a doença gengival com outras doenças inflamatórias crônicas como diabetes, doença cardiovascular e artrite reumatoide.

Os dados para o estudo “Uso do Acetato de Medroxiprogesterona e Saúde Periodontal em Mulheres dos Estados Unidos com Idades entre 15 e 44 Anos” foram obtidos a partir de conjuntos de dados de uso público do NHANES (Pesquisa Nacional de Avaliação da Saúde e Nutrição dos Estados Unidos) 1999-2004. As participantes foram mulheres antes da menopausa, não grávidas, com idades entre 15-44 anos que forneceram dados completos do uso de DMPA, indicando uso atual de DMPA, uso passado de DMPA ou nenhum uso de DMPA. Todas as participantes receberam um exame odontológico que avaliou a perda de inserção clínica, avaliação de bolsa periodontal em dois ou três locais por dente e presença de sangramento gengival.

Após ajustes por idade, raça, educação, nível de pobreza e tabagismo, o estudo revelou que as usuárias atuais e passadas de DMPA apresentavam aumento significativo das bolsas periodontais, do sangramento gengival e da perda de inserção clínica em comparação com mulheres que nunca usaram DMPA. As usuárias atuais de DMPA eram mais propensas a ter gengivite, enquanto as que usaram DMPA no passado eram mais propensas a ter periodontite.

“Hormônios podem ter participação na saúde periodontal das mulheres”, diz Dra. Pamela McClain, presidente da Academia Americana de Periodontia e peridontista em Aurora, Colo. “Esses achados sugerem que mulheres que usam ou que usaram um contraceptivo injetável a base de progesterona como DMPA podem ter probabilidades aumentadas de má saúde periodontal. Eu incentivaria as mulheres que usam ou já usaram essa forma de contraceptivo a manter excelentes cuidados bucais e não deixarem de consultar um profissional para uma avaliação periodontal completa uma vez por ano”.

fonte: Colgate

O aumento do uso do narguilé entre os adolescentes

O aumento do uso do narguilé entre os adolescentes

Embora o consumo de cigarros entre os adolescentes esteja diminuindo, o uso de outras formas de fumo vem aumentando – inclusive a prática antiga de fumar tabaco especial aromatizado com o narguilé.

Um novo estudo chamado “O uso de Narguilé entre os alunos americanos do último ano do ensino médio”, publicado on-line em 07 de julho na revista Pediatrics, analisou os dados levantados no ‘Monitoramento do Futuro’, um estudo anual e contínuo em todo o país sobre os comportamentos, atitudes e valores de cerca de 15.000 alunos do ensino médio dos EUA.

Os pesquisadores avaliaram os dados de 5.540 estudantes que foram questionados sobre o uso do narguilé entre 2010 e 2012. Eles descobriram que cerca de 1 em cada 5 alunos do ensino médio tinham fumado narguilé pelo menos uma vez nos últimos 12 meses. Os alunos que fumavam cigarros, e aqueles que já tinham usado álcool, maconha ou outras substâncias ilícitas eram mais propensos a usar narguilé.

“O que achamos mais interessante é que os alunos de nível socioeconômico mais elevado parecem estar mais propensos a usar o narguilé”, disse Joseph J. Palamar, Ph.D. e MsD, pesquisador e professor-assistente de Saúde da População no NYU Langone Medical Center . “Surpreendentemente, os alunos com pais mais escolarizados ou renda mais alta estão entre os que apresentam maior propensão de uso. Descobrimos também que o uso do narguilé é mais comum nas cidades, especialmente nos grandes centros urbanos.

“O uso de cigarros diminuiu em 33% na última década nos EUA, enquanto o uso de alternativas de fumo, como o narguilé, aumentou a um índice alarmante 123%”, disse o coautor Michael Weitzman, MsD, professor de Pediatria e de Medicina Ambiental no NYULMC. “Isto é particularmente preocupante dada a percepção pública errônea de que o uso de narguilé é uma alternativa segura ao cigarro, enquanto que as evidências sugerem que ele é ainda mais prejudicial à saúde.”

E, como a prática de usar o narguilé ganhou popularidade entre os mais jovens, chegam ao mercado as canetas narguilé e vapor de pedra, variedades de narguilé eletrônicos, similares aos cigarros eletrônicos.

“Estes pequenos e engenhosos dispositivos provavelmente vão atrair os consumidores curiosos, possivelmente, até mesmo entre os fumantes que usam outras formas que não o cigarro”, disse o Dr. Palamar. “E, ao contrário dos cigarros, o narguilé possui uma variedade de sabores e diminui a chance de que os usuários fiquem com odor do cigarro impregnado após o uso. Isso permite que alguns deles escondam dos pais ou colegas a sua utilização”.

De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças, usar o narguilé pode ser tão prejudicial quanto os cigarros, uma vez que os usuários ficam expostos a vários agentes tóxicos conhecidos por causar câncer de pulmão, bexiga e bucal.

Entre outros riscos estão as doenças cardiovasculares e infecções causadas por compartilhar o narguilé com outros fumantes. Para mais detalhes sobre os riscos à saúde, visite o site da CDC.

Fonte: Colgate

A saúde e a educação da mãe influenciam a saúde bucal dos adolescentes

A saúde e a educação da mãe influenciam a saúde bucal dos adolescentes

Mães que têm saúde emocional, educação e conhecimento das práticas de saúde são mais propensas a ter bebês, crianças e adolescentes com dentes mais saudáveis, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores na Faculdade de Odontologia da Case Western Reserve University.

Suchitra Nelson, PhD., uma epidemiologista dental da Case, e sua equipe examinaram os dentes de 224 adolescentes. Alguns participantes tinham peso bastante baixo ao nascimento e outros eram crianças com peso normal ao nascimento. Filhos e mães foram avaliados quando as crianças tinham 3, 8 e 14 anos de idade.

Os cientistas analisaram a saúde bucal dos adolescentes através da contagem do número de dentes permanentes cariados, perdidos e obturados e avaliaram o nível de placa dental, um sintoma de má higiene bucal.

As mães responderam a um questionário sobre tratamentos preventivos de selantes a enxaguatórios bucais, consumo de sucos ou refrigerantes com açúcar e acesso a tratamento odontológico, bem como sua frequência.

Dizem os pesquisadores que os dados mostraram que ter um seguro saúde odontológico  e receber tratamentos com flúor e selantes durante a infância nem sempre evitava cáries aos 14 anos de idade. O uso de um programa de modelo estatístico que rastreava de maneira regressiva as avaliações dentais dos adolescentes até a fonte de origem da saúde bucal levou os pesquisadores às mães e sua saúde emocional geral, nível educacional e de conhecimentos quando as crianças tinham entre três e oito anos.

Os pesquisadores encontraram que, se as mães tivessem dificuldades em qualquer uma dessas áreas, a saúde bucal dos adolescentes aos 14 anos de idade resultava em números mais elevados de problemas de saúde bucal.

“Não podemos ignorar os ambientes dessas crianças”, diz Dra. Nelson. “Não é suficiente dizer às crianças que escovem os dentes e usem fio dental, elas precisam mais do que isso – particularmente vindo daqueles que são seus cuidadores”.

Os dados mostraram que mães com educação além do ensino médio, com estados emocionais saudáveis e conhecimentos sobre alimentação correta tinham filhos com dentes mais saudáveis.

“Não podemos ignorar essas influências ambientais e precisamos de intervenções para ajudar algumas mães a entrar no caminho certo logo no início da vida dos filhos”, acrescenta Dra. Nelson, explicando que as mães precisam cuidar de si mesmas para ajudar os filhos. “Trata-se de senso comum, mas algumas mães podem precisar de ajuda”.

O estudo apareceu na edição de setembro do Journal of Dental Research. O apoio  para o estudo veio do Instituto de Pesquisa Dental e Craniofacial do Instituto Nacional de Saúde e do Programa de Saúde Materna e Infantil da Administração de Recursos e Serviços dos Estados Unidos.

 

Fonte: Colgate

Paciente bariátrico chega a perder dentes sem acompanhamento médico

Paciente bariátrico chega a perder dentes sem acompanhamento médico

PHILLIPPE WATANABE
DE SÃO PAULO

Raquel Cunha/Folhapress
Marcos Vanzillotta, 25, teve deficiência de vitaminas B12 e C
Marcos Vanzillotta, 25, teve deficiência de vitaminas B12 e C
A professora Patrícia Furigo, 37, passou por uma cirurgia bariátrica há 13 anos. Por causa de deficiências nutricionais, ela perdeu boa parte dos dentes, e seu ortopedista pede “por favor” para que ela não quebre nenhum osso.O caso dela está associado, principalmente, às deficiências de cálcio e vitamina D decorrentes da cirurgia bariátrica. A professora também sofreu com vômitos constantes, o que debilitou a dentição.

Ela abandonou o acompanhamento médico após, por problemas financeiros, perder o plano de saúde e se mudar de Estado. Tudo isso veio junto com um pouco de teimosia, segundo ela própria.

“Eu percebi que estava no limite quando comecei a perder cabelo. Passava a mão e ele caía, provavelmente por causa da deficiência de ferro.”

  • “Uma das coisas que ajudou tudo isso a acontecer foi começar a comer muita porcaria. Salgadinho de saquinho, refrigerante. Eu passei a comer muito errado.”José (nome fictício) não quis que seu nome, idade ou profissão fossem citados. De forma alguma ele quer ser associado à cirurgia bariátrica e suas possíveis complicações. “Tudo isso me causou muita dor e sofrimento”, diz.

    A esposa dele já havia feito a cirurgia e não apresentou nenhum problema posterior. Com o exemplo da mulher, José deixou de lado cuidados e acompanhamento médico. Surgiu, então, insuficiência cardíaca devido à deficiência de selênio. “Eu fui relapso. Eu deveria ter me cuidado mais”, afirma. “Não controlei as taxas de vitaminas e minerais.”

    Ambos são acompanhados por Gilberto Brito, professor adjunto da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) e chefe do serviço de cirurgia bariátrica do Hospital de Base de São José do Rio Preto. O gastroenterologista faz estudos de caso de complicações da operação.

    “A cirurgia bariátrica é fantástica, soluciona inúmeros problemas graves de saúde do paciente. Faço há 17 anos e sou fã. Mas as reações adversas têm que ser abordadas com mais seriedade pelas equipes multidisciplinares e pelos pacientes. O paciente deve estar bem informado a respeito”, afirma ele.

    Brito afirma que resultados preliminares de um trabalho executado no ambulatório do Hospital de Base e da Famerp mostram que só 16% dos pacientes tomavam diariamente um polivitamínico com doses apropriadas das principais vitaminas e minerais.

    PERIGOSA NORMALIDADE

    A confiança que vem com a aparente normalidade pós-operatória é comum e perigosa, afirmam especialistas.

    “Muitas vezes os pacientes acham que, com o tempo, não precisam mais de ajuda. É aí que vêm os problemas sérios”, afirma Caetano Marchesini, presidente da SBCBM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica).

    É o caso de Marcos Vanzillotta, 25, editor de vídeos, que fez cirurgia bariátrica há três anos. “Estava tudo tão normal após a operação que eu comecei a me comportar como se não tivesse feito a cirurgia. Foi esse o erro”, diz.

    Vanzillotta passou o segundo ano depois da cirurgia sem acompanhamento médico e se alimentando mal. Começou, então, a sentir cansaço e falta de disposição. Após exames, ele descobriu deficiências de vitaminas C e B12.

    “Os pacientes ficam tão satisfeitos que abandonam o tratamento. Nosso principal desafio é mantê-los com adesão o suficiente para não ter os possíveis prejuízos da cirurgia”, diz Marcelo Pinheiro, médico reumatologista da Unifesp e membro da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo.

    Pinheiro alerta que, nos dois anos seguintes à cirurgia, os pacientes podem chegar a perder entre 5% e 10% de densidade óssea, por conta de deficiências associadas ao cálcio e à vitamina D. Isso aumentaria o risco de fraturas, de osteoporose, dores pelo corpo e, em casos extremos, até mesmo de convulsões.

    RESPONSABILIDADE

    Especialistas falam em responsabilidade compartilhada entre médico e paciente e ressaltam a importância de verificar os níveis de nutrientes.

    Quando constatadas deficiências, suplementações nutricionais específicas para pessoas que fizeram cirurgia bariátrica costumam ser o suficiente para controlar os quadros. É assim que Patrícia Furigo, José e Marcos Vanzillotta buscam se manter saudáveis.

    Para justamente evitar as complicações, a SBCBM está desenvolvendo um aplicativo que visa conscientizar pacientes e facilitar o acesso a médicos próximos e a informações sobre nutrientes e alimentos.

    Ricardo Cohen, coordenador do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, afirma que uma visita anual ao médico pode prevenir problemas e que é necessário que o paciente vigie o estilo de vida.

    “Tem que ter consciência que a cirurgia por si não faz milagre e não resolve todos os problemas da vida”, diz Vanzillotta.

    fonte: Folha de SP

  • Anti-inflamatórios são inimigos do tratamento ortodôntico

    Anti-inflamatórios são inimigos do tratamento ortodôntico

    Como a movimentação dentária é uma espécie de inflamação no osso do dente, esse tipo de remédio torna o processo mais lento

    É comum associarmos a palavra medicamentos com a cura de várias doenças, certo? Mas nem sempre é assim. Às vezes um remédio usado para uma causa específica pode atrapalhar outros tratamentos. É o que acontece com o aparelho ortodôntico. Existem alguns tipos de drogas que não colaboram com a busca pelo sorriso perfeito.

     Alguns dos anti-inflamatórios mais usados pelas pessoas e que estão nesta lista de inimigos do tratamento ortodôntico são: a aspirina, o piroxicam (ex: Feldene), o ibuprofeno (ex: Advil), diclofenaco (ex: Cataflan) e celecoxib (ex: Celebra) Foto: Robert Kneschke / Shutterstock
    Alguns dos anti-inflamatórios mais usados pelas pessoas e que estão nesta lista de inimigos do tratamento ortodôntico são: a aspirina, o piroxicam (ex: Feldene), o ibuprofeno (ex: Advil), diclofenaco (ex: Cataflan) e celecoxib (ex: Celebra) Foto: Robert Kneschke / Shutterstock

    Quando o aparelho faz pressão sobre um dente ele está, na verdade, causando uma reação de inflamação naquela região.

    “É a inflamação que induz o osso ao redor do dente a se remodelar para possibilitar a movimentação dentária. No caso da ortodontia, a inflamação controlada não é ruim, é necessária”, diz Alexandre da Veiga Jardim, cirurgião-dentista especializado em ortodontia em Goiânia e autor do blog Ortodontia Descomplicada.

    Por isso, quando você toma um anti-inflamatório para um problema muscular, por exemplo, você pode, indiretamente, estar prejudicando seu tratamento ortodôntico.

    “Alguns medicamentos podem afetar a movimentação ortodôntica, pois atuam diretamente na inflamação”, diz o especialista.

    “Inimigos”

    Segundo Alexandre, alguns dos anti-inflamatórios mais usados pelas pessoas e que estão nesta lista de “inimigos” do tratamento ortodôntico são: a aspirina, o piroxicam (ex: Feldene), o ibuprofeno (ex: Advil), diclofenaco (ex: Cataflan) e celecoxib (ex: Celebra).

    “Esses medicamentos atuam diretamente sobre o mecanismo da inflamação, inibindo-a, e isso pode tornar a movimentação ortodôntica mais lenta. No entanto, não sabemos o quanto, pois a maioria dos estudos ocorre em animais, o que torna difícil uma resposta precisa em humanos”, diz o especialista.

    Um medicamento que supostamente não atua sobre a movimentação dentária é o paracetamol.

    “Porém, todo paciente deve consultar seu ortodontista antes de se automedicar. O paracetamol têm efeitos sobre o fígado que não devem ser ignorados”, diz Alexandre.

    Como lidar com a dor?

    Mas, se os anti-inflamatórios não são indicados para quem está fazendo tratamento ortodôntico, como é possível lidar com a dor durante os primeiros dias de aparelho?

    Alexandre garante que existem outras opções.

    “Existem estudos que mostram que o chiclete pode ter um efeito de alívio da dor em alguns pacientes, mas é importante que ele seja adoçado com xilitol para evitar cáries. Outras pesquisas mostram que a Laserterapia pode ter algum efeito analgésico sobre os dentes sujeitos a forças ortodônticas”, diz o dentista.

    Força demais também não!

    Um efeito curioso é o dos corticoides que acabam acelerando a movimentação dentária. Mas engana-se quem acha que isso é uma coisa boa. Esse tipo de remédio também não é recomendado pelos dentistas.

    “Apesar de se movimentarem mais rápido, esses dentes sofreram mais recidiva, ou seja, eles voltaram com mais facilidade à posição inicial. É o caso do “o que vem fácil, vai fácil”, sabe?”, diz Alexandre.

    Continuem com seus remédios

    Apesar de todos esses relatos acima, o dentista faz questão de deixar claro que ele não recomenda a interrupção de uma medicação já prescrita para um problema existente.

    “O tratamento ortodôntico jamais deve ser motivo para que um paciente pare uma intervenção médica que está sendo realizada. É importante apenas que ele informe ao seu ortodontista sobre esse outro tratamento de saúde para que o profissional possa avaliar se isso vai ou não influenciar na terapia ortodôntica”, diz Alexandre.

    Clarear ou facetar? Qual melhor tratamento para seu sorriso?

    Clarear ou facetar? Qual melhor tratamento para seu sorriso?

    Um muda só o tom, mas é mais barato. O outro altera cor, formato e até mordida, mas tem um preço bem salgado

    Se você pretende recorrer a tratamentos estéticos para deixar seu sorriso mais bonito saiba que existem duas opções que estão bombando no mercado: o clareamento dental e as facetas de porcelana.

     

    Mas não se esqueça: o acompanhamento de um profissional especializado é fundamental nos dois casos

    Mas não se esqueça: o acompanhamento de um profissional especializado é fundamental nos dois casos
    Foto: Syda Productions / Shutterstock

    O primeiro usa um gel para deixar os dentes mais brancos tirando manchas e corrigindo a colocação dental. O segundo consiste em aplicações de lâminas de cerâmica sobre o esmalte para alterar além da cor, formato, posição e volume do dente. E ai, qual te agrada mais?

    Claro que a decisão não é tão simples assim. Existem prós e contras para cada tratamento e só o dentista especializado, após analise e uma conversa séria com o paciente a fim de saber seus desejos e expectativas, poderá indicar qual é o melhor para cada pessoa.

    Mas enquanto você não marca sua consulta, a gente conversou com o Alexandre Bussab, cirurgião-dentista especializado em estética da Clínica Smiles, para saber os detalhes de cada um desses tratamentos, assim quando você chegar à consulta já terá uma boa base para fazer sua escolha.

    Custo
    Segundo Alexandre, esse primeiro item já determina muitas escolhas, porque a diferença de preço entre os tratamentos costuma ser bem significativa. “No clareamento alteramos o tom do dente, mas mantemos seu formato e por isso os valores são mais baixos, girando em torno de 800 e 2500 reais”, diz o especialista.

    Já no caso das facetas é possível mudar a posição, o volume e até mesmo corrigir a mordida. “Aí nesses casos teremos um custo mais elevado que pode variar de 950 a 2750 reais por dente”, diz Alexandre.

    Duração do procedimento
    O clareamento em consultório também é mais rápido sendo executado com sucesso entre 2 a 4 sessões.

    “O caminho das facetas é mais longo, pois consiste em uma primeira fase de preparo que engloba moldagem e envio para o laboratório, que costuma durar de dois a quinze dias, e depois mais 3 ou 4 sessões em consultório para aplicá-las e conseguir um resultado harmônico”, diz o especialista.

    Duração do resultado e cuidados pós-tratamento

    A diferença do tempo de duração do efeito bonito nos dentes também é um fator determinante para alguns pacientes. O clareamento dental costuma durar de 2 a 3 anos. “Mas isso vai depender dos hábitos e costumes de cada paciente”, diz Alexandre.

    Já as facetas podem durar anos indeterminados. “No entanto, neste período podem ocorrer fraturas, descolamentos e até mesmo manchas e ai o dentista deverá fazer os retoques necessários”, diz o especialista.

    Os cuidados com ambos os tratamentos são similares: ser rigoroso na higienização bucal, evitar alimentos ácidos ou com uma pigmentação forte que pode manchar o dente como molhos, refrigerante, café e etc e, no caso das facetas, evitar itens duros como amendoins. “As facetas são sensíveis e podem se quebrar com um atrito intenso”, diz o dentista. O acompanhamento do profissional também é fundamental nos dois casos.

    Indicação:

    Esse item é o mais complexo, pois cada caso é um caso. No entanto, costuma-se indicar o clareamento para quadros onde o problema costuma ser só o tom dos dentes.

    “Devemos fazer o clareamento quando os dentes forem bem posicionados, bem alinhados e quando o paciente procura manter a naturalidade e anatomia dos dentes remanescentes. As facetas são mais recomendadas para pessoas que possuem dentes mal posicionados e com problemas de grandes restaurações”, diz o dentista.

    Herói ou vilão? Veja remédios que prejudicam a saúde bucal

    Herói ou vilão? Veja remédios que prejudicam a saúde bucal

    Verdadeiras salvações em casos de dor e doenças, alguns medicamentos contém substâncias que podem destruir seu sorriso

    Quando temos alguma doença ou estamos sentindo dor, existem remédios que são verdadeiras salvações. No entanto, alguns deles têm uma composição perigosa para a saúde bucal. Segundo a Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (APCD), cerca de 40% das pessoas ingerem ao menos um tipo de medicamento diariamente que pode prejudicar os dentes. Será que alguns deles estão na sua lista?

    Não é segredo para ninguém que o açúcar é o grande vilão da saúde bucal. E claro, é ele o maior culpado pelo fato de alguns remédios fazerem mal aos dentes
    Não é segredo para ninguém que o açúcar é o grande vilão da saúde bucal. E claro, é ele o maior culpado pelo fato de alguns remédios fazerem mal aos dentes
    Foto: Piotr Marcinski / Shutterstock

    Fama antiga

    Podemos começar falando dos antibióticos, pois é possível que você já tenha ouvido de alguém (principalmente de uma pessoa mais velha) que esse medicamento pode causar cárie e estragar os dentes. Isso não é verdade, pelo menos não totalmente.

    Antigamente o antibiótico mais receitado para qualquer infecção era o que tinha como base uma substância chamada Tetraciclina. Embora muito eficiente e com amplo aspecto, especialistas começaram a perceber que se ele fosse ingerido durante a gestação ele poderia prejudicar a formação óssea do feto, afetando os dentes.

    Desde então, esse tipo de medicamento não foi mais receitado para mulheres grávidas. No entanto, ele nunca teve o poder de causar cáries. Nem ele, nem nenhum outro tipo de antibiótico.

    “Não há estudos que comprovem esta teoria, pois os antibióticos não estão entre os fatores causadores da cárie. Já o Tetraciclina quando utilizado no período em que os dentes estão em formação podem induzir o aparecimento de manchas e de uma coloração amarelada ou marrom acinzentada”, diz Simone Matos, ortodontista da Well Clinic.

    Açúcar, o grande vilão

    Não é segredo para ninguém que o açúcar é o grande vilão da saúde bucal. E claro, é ele o maior culpado pelo fato de alguns remédios fazerem mal aos dentes. Podemos ver isso no caso dos próprios antibióticos. Para que esse tipo de medicamento seja mais bem aceito pelas crianças (pois remédio nenhum tem um gosto original bom) as indústrias farmacêuticas enchem os produtos de sacarose, adocicando seu gosto. O mesmo acontece com os xaropes e os remédios para asma.

    “Eles geralmente apresentam-se sob a forma de suspensão, adocicadas e com alto teor de acidez. Essa combinação favorece a perda da porção mineral da estrutura dentária”diz a especialista.

    Ainda segundo ela, uma combinação de fatores pode levar esses remédios a causar problemas bucais mais sérios. “Geralmente os pais de crianças enfermas são menos rigorosos com a higiene bucal dos seus filhos. Uma criança que toma medicamentos adocicados e ácidos e tem uma higiene negligenciada certamente apresentará maior risco de ter problemas dentários, principalmente se o tratamento durar um longo período”, diz Simone.

    Uma forma de amenizar esses efeitos, sem ter que parar o tratamento, é reforçar a higienização bucal com o uso de escova de dente e fio dental. Se você estiver fora de casa e escovar os dentes for impossível, tome um pouco de água e faça bochecho com ela para que o remédio seja diluído e ataque menos a superfície dental.

    Boca seca

    A xerostomia é o nome que se dá ao fenômeno da boca seca. Esse problema, que pode causar dificuldades para falar, comer e engolir, ardência bucal e um gosto amargo na boca, pode aparecer em decorrência de vários fatores, entre eles o uso de alguns medicamentos.

    “A xerostomia pode estar relacionada à medicamentos que afetam as glândulas salivares reduzindo sua produção como: os antidepressivos, anti-hipertensivos, sedativos e etc”, diz a especialista. Ainda podemos colocar nesta lista alguns antialérgicos, remédios contra náuseas, diuréticos e o omeprazol.

    Se o seu remédio está nesta lista e está te causando algum problema você pode tentar conversar com o seu médico e ver a possibilidade de trocar a mediação.

    Tomar bastante água e evitar aquelas que contenham cafeína como café, chá e refrigerantes, mascar chicletes ou chupar balas sem açúcar para o estimulo do fluxo salival e fazer uso de saliva artificial também ajudam muito. Mas é importante que se diga: ao fazer uso de qualquer um desses medicamentos citados o ideal é fazer uma consulta com um cirurgião dentista para um acompanhamento e orientação”, diz Simone.
    Fonte: Colgate/Agência Beta

    Clareamento

    Clareamento

    Como é realizado o clareamento de dentes?

    Há muitas maneiras de clarear os dentes, de creme dental com ação clareadora e outros produtos que removem manchas superficiais a custos reduzidos, a técnicas ativadas por luz executadas no consultório de um dentista.

    Todas as técnicas de clareamento são realizadas de uma dessas duas maneiras:

      1. Procedimentos clareadores que modificam a cor natural dos dentes, deixando-os com tons de cinco a sete vezes mais claros. Tanto o clareamento realizado no consultório (assistida) quanto aquele realizado em casa (moldeira) utilizam alvejantes. Os princípios ativos mais freqüentemente contidos nos alvejantes são o peróxido de carbamida e o peróxido de hidrogênio a concentrações de 10 a 22%, que ajudam na remoção tanto das manchas superficiais quanto das profundas. Há diferenças de custo entre os diferentes procedimentos:
        • Uma sessão de clareamento ativada por luz no consultório do dentista, às vezes chamadas clareamento assistido (clareamento no consultório), e seus resultados são dentes muito mais brancos, instantaneamente. Porém, após um ano comendo e bebendo normalmente (café, chá, refrigerantes), seus dentes perdem ligeiramente a cor e novas manchas aparecem. Para ter seus dentes brancos novamente você deverá repetir a sessão de clareamento ativado por luz.
        • Uma moldeira personalizada criada pelo seu dentista para clarear os dentes em casa,  e deve ser usada durante muitas horas durante o dia, ou durante a noite por duas semanas. Quando você observa novas manchas, deve apenas usar a moldeira novamente por uma ou duas noites para removê-las.
        • Produtos vendidos sem receita nas farmácias para clarear os dentes incluem moldeiras que se adaptam depois de aquecer e morder, gel alvejante aplicado por um pincel, e fitas de clareamento.
    1. Procedimentos não clareadores funcionam por ação física e/ou química para ajudar a remover manchas superficiais. Todas os cremes dentais recaem no uso de um leve desgaste para remoção de manchas superficiais entre consultas odontológicas. Cremes dentais clareadores contêm agentes químicos ou polidores para promover a remoção adicional das manchas. Uma limpeza profissional feita por uma dentista ou higienista também envolve desgaste para remoção de manchas mais externas causadas por alimentos ou tabagismo.

    Cada um responde de maneira diferente a cada tipo de clareamento. Algumas pessoas respondem bem aos cremes dentais clareadores, enquanto outras, com dentes acinzentados ou outro tipo grave de descoloração, necessitam de facetas laminadas de porcelana para obter os sorrisos que sempre desejaram. Apenas seu dentista ou higienista podem determinar o que é melhor para você.

    Fonte: Colgate