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Diabetes E Problemas De Saúde Bucal

Diabetes E Problemas De Saúde Bucal

Existe uma ligação entre as doenças gengivais e diabetes?

Dos 21 milhões de americanos que têm diabetes, muitos podem ficar surpresos com uma inesperada complicação associada com esta condição. 1, 2 Pesquisas sugerem que há uma prevalência aumentada de doenças gengivais (gengivite e periodontite) dentre aqueles com diabetes, somando as doenças gengivais a uma lista de outras complicações associadas com diabetes, tais como doenças cardíacas, acidentes vasculares encefálicos isquêmicos (derrame cerebral) e doenças renais.3

Existe uma via de mão dupla?

Pesquisas recentes sugerem que a relação entre doenças gengivais e diabetes é uma via de mão dupla.4 Não somente as pessoas com diabetes são suscetíveis às doenças gengivais, mas esta pode ter o potencial de afetar o controle glicêmico no sangue e contribuir para a progressão do diabetes. Pesquisas sugerem que pessoas com diabetes têm alto risco de adquirirem problemas bucais, tais como gengivite (um estágio inicial de doença gengival) e periodontite (doença gengival avançada com perdas ósseas)5,6 Pessoas com diabetes têm um risco aumentado para doenças gengivais avançadas porque os diabéticos são geralmente mais suscetíveis às infecções bacterianas, e têm uma diminuição na capacidade de combater as bactérias que invadem o tecido gengival.

O Surgeon General´s Report on Oral Health afirma que uma boa saúde bucal é parte integrante da saúde geral.7 Por isso, escove os dentes, use fio dental e enxaguatório bucal e consulte o dentista regularmente.8A.

Por ser diabético a pessoa corre um risco maior de ter problemas com os dentes?

Se seus níveis de glicose no sangue não forem bem controlados, o diabético tem maior chance de desenvolver doença gengival avançada e de perder dentes quando comparado a pessoas que não têm diabetes.9 Como todas as infecções, a doença gengival pode ser um fator que eleva o açúcar do sangue e pode tornar o controle do diabetes mais difícil.4

Outros problemas bucais relacionados com diabetes são: candidíase (sapinho – uma infecção causada por um fungo que cresce na boca), boca seca que pode causar aftas, úlceras, infecções e cáries.10

Como evitar problemas dentários associados ao diabetes?

Em primeiro lugar, o mais importante é controlar o nível de glicose no sangue. Em seguida, cuide bem dos dentes e gengiva e faça exames minuciosos a cada seis meses. 9, 8 Para controlar as infecções por fungo, controle bem seu diabetes, procure não fumar e, se usar dentadura, remova-a e limpe-a diariamente. 9, 8 O controle adequado da glicose do sangue também ajuda a evitar ou aliviar a boca seca causada pelo diabetes. 10

O que posso esperar das minhas consultas com o dentista? Devo contar a ele que tenho diabete?

As pessoas que têm diabetes necessitam de cuidados especiais e do preparo do seu dentista para ajudá-lo.9Mantenha seu dentista informado sobre qualquer alteração em seu estado de saúde e sobre os medicamentos que estiver tomando.9 Exceto em caso de emergência, não se submeta a qualquer procedimento dentário se o açúcar no sangue não estiver bem controlado.9

Referências

1 American Diabetes Association. Total Prevalence of Diabetes and Pre-Diabetes. Available at http://www.diabetes.org/diabetes-statistics/ prevalence.jsp. Accessed February 29, 2008.

2 American Diabetes Association. Complications of Diabetes in the United States. Available at http://www.diabetes.org/diabetes-statistics/complications.jsp. Accessed February 20, 2008.

3 American Diabetes Association. Type 2 Diabetes Complications. Available at http:www.diabetes.org/type-2-diabetes/complications.jsp. Accessed August 29, 2007.

4 Mealey, BL. Periodontal disease and diabetes: A two-way street. Journal of the American Dental Association. October 2006.

5 American Academy of Periodontology: Periodontal (Gum) Diseases Available at http://www.perio.org/consumer/2a.html. Accessed January 10, 2008.

6 Garcia RI, Henshaw MM, and Krall EA. Relationship between periodontal disease and systemic health. Periodontology 2000. 2001;25:21-36.

7 National Institutes of Health. Oral Health in America: A Report of the Surgeon General. Available at: http://www2.nidcr.nih.gov/sgr/sgrohweb/welcome.htm. Accessed March 12, 2008.

8 American Dental Association. Cleaning Your Teeth and Gums. Available at http://ada.org/public/topics/cleaning.asp. Accessed December 12, 2007.

9 National Institutes of Health. Prevent Diabetes Problems – Keep your teeth and gums healthy. Available at: http://diabetes.niddk.nih.gov/dm/pubs/ complications_teeth/index.htm. Accessed March 18, 2008.

10 National Institutes of Health. Diabetes: Dental Tips. Available at: http://www.nidcr.nih.gov/HealthInformation/ DiseasesAndConditions/DiabetesAndOralHealth/ DiabetesDentalTips.htm. Accessed March 18, 2008

Causas e tratamentos para manchas nos dentes

Causas e tratamentos para manchas nos dentes

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As manchas nos dentes são mais comuns do que se imagina. Elas podem ser de tamanho pequeno e fácil ajuste, outras, porém, são mais complicadas e necessitam de um diagnóstico para um tratamento diferenciado […].

O dente pode apresentar duas formas de alteração chamadas de manchas intrínsecas (na pare interna do dente) e manchas extrínsecas (na parte externa do dente).

Manchas intrínsecas

Podem aparecer pelos seguintes motivos:

  • Uso prolongado de antibiótico tetraciclina
  • Uso constante e inapropriado de flúor na infância
  • Ou até mesmo por um trauma sofrido pelo dente

Manchas extrínsecas

São ocasionadas pelos seguintes motivos:

  • Excesso de bebidas com corantes artificiais (exemplo café, chá entre outras)
  • Uso de cigarro
  • Até mesmo o acúmulo de placa dental, início de cárie dental.

O que provoca manchas escuras nos dentes

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Vamos listar os principais causadores de manchas escuras nos dentes. Vale lembrar que apesar de nem todas as manchas escuras serem cárie, muitas vezes elas são e devem ser tratadas para que não ocorra um prejuízo maior ao dente.

Alimentos com corantes

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Provocadas por chá, café, refrigerante à base de cola, sucos de frutas, vinho tinto, molho de soja e curry.

Tabaco

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Seu uso libera a nicotina responsável pelo amarelamento e manchas dentais. Lembrando que, muitas pessoas apresentam o hábito de fumarem e tomarem um cafezinho para relaxar e, na maioria das vezes, não escovam os dentes. Esse mau hábito, além de prejudicar a coloração dental, acarretam outros problemas como o acúmulo de placa bacteriana, tártaro, gengivite, e lesões cariosas nos dentes.

Tetraciclina

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O uso deste antibiótico por longo período de tempo ou em grande quantidade. Quando administrado na criança recém-nascida, poderá resultar em manchas nos dentes permanentes.

Endodontia (tratamento de canal)

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Hoje em dia este tipo de tratamento não escurece o dente. Pelas novas técnicas utilizadas pelo cirurgião dentista, o que ocorre é a perda de brilho, dando um aspecto mais amarelado. O escurecimento só acontece quando há uma hemorragia ou modificação na polpa dentária antes do tratamento endodôntico, ou ainda por técnica deficiente durante a obturação do canal.

Envelhecimento do esmalte

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Com o tempo o esmalte (camada mais externa e dura do dente) pode sofrer desgaste ficando mais fino, isso faz com que a dentina (segunda camada dentária após o esmalte) que apresenta uma coloração mais amarela fique a mostra.

Manchas por amálgama

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São aquelas restaurações escuras utilizadas em dentes posteriores. Com o passar do tempo, essas restaurações acabam deixando o dente mais escuro, acinzentado.

O que provoca manchas brancas nos dentes

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Cárie inativa

Apresenta coloração brilhante e lisa.

Cárie ativa

Apresenta coloração opaca e rugosa. A cárie ocorre pela descalcificação do esmalte em lugares com acúmulo de placa dental. La apresenta uma opacidade localizada no esmalte, após eventos físico-químicos ocorridos entre o esmalte e os ácidos produzidos pelas bactérias.

Fluorose

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Alteração  no esmalte dental devido o excesso de ingestão de flúor. Apresenta uma tonalidade esbranquiçada; pequenas manchas; ou linhas brancas no esmalte dental.

Hipoplasia de esmalte

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É a formação incompleta do esmalte dental. Sua causa pode ocorrer por fatores ambientais (ocorre em uma das dentições) como deficiência de vitamina A, C e D, ou doenças como varicela, sífilis,  sarampo, hipocalcemia; a causa pode ainda, ser hereditária (nas duas dentições, decídua, dentes de leite e permanente) ou por infecções.

Tratamentos para remover manchas nos dentes

Vamos começar por aqueles que podemos fazer sozinhos em casa:

Escovar os dentes diariamente

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Ensine seus filhos desde cedo

Manter os dentes limpos é fundamental, para isso basta escová-los sempre após cada refeição. Invista em uma escova com cerdas macias e um creme dental da sua preferência.

Após ingerir alimentos ácidos ou com pigmentos, o ideal é aguardar um pouco para realizar a higienização, evitando assim um maior desgaste do esmalte e pigmentação do mesmo com os corantes ingeridos.

Fio dental

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A placa dental e os restos alimentares se acumulam entre os dentes e gengivas, por isso, é necessário o uso diário de fio dental, para eliminar esses restos acumulados onde as cerdas da escova dental não alcançam combatendo também as manchas dentais.

Cremes dentais anti-manchas

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Isso não é uma propaganda, antes de usar consulte seu dentista

A partir daqui é recomendável um acompanhamento odontológico.

Os cremes anti-manchas geralmente são abrasivos e devem ser usados apenas em casos mais graves. Por isso é melhor consultar seu dentista antes de experimentá-los.

Profilaxia dental

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É uma limpeza profissional, realizada no consultório odontológico, onde se remove a placa, o tártaro e algumas manchas. Deve ser realizada periodicamente de 4 a 6 meses. O dentista pode utilizar da micro-abrasão, que é uma técnica em que se faz um desgaste superficial no dente com uma pasta abrasiva.

Faceta em resina ou laminado em porcelana

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É um recobrimento estético sobre a face externa do dente, podendo ser realizado em uma única sessão. Consulte um dentista.

Clareamento dental

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Técnica de clareamento a laser

Tratamento usado para tornar os dentes mais brancos. Converse com seu dentista e ele vai avaliar qual a melhor técnica para seu caso.

5 mentiras sobre os dentes que contam por aí

5 mentiras sobre os dentes que contam por aí

Clareamento caseiro, tratamento de canal e manchas nos dentes: tudo o que dizem por aí sobre os seus dentes que é mentira.

A internet quebra um galho e tanto quando precisamos buscar alguma informação ou conhecimento. Mas é preciso ter muita atenção nas fontes da pesquisa pra não entrar pelo cano. Saber mais sobre a saúde bucal é a mesma coisa: muitos canais de discussão trazem informações erradas que podem levar a danos irreparáveis.

Veja 5 mentiras sobre seus dentes que você vai querer espalhar por aí:

1 – Clareamento dental caseiro funciona 

Clareamento dental caseiro pode causar danos aos dentes

Essa é uma das mentiras mais perigosas que existem por aí. O clareamento caseiro, feito com bicarbonato de sódio e água oxigenada, representa um alto grau de risco para a sua saúde. Além de trazer resultados ruins, podem manchar os dentes, levar ao sangramento de gengivas e causar fortes dores. Sem falar no risco de desmineralização alta do esmalte dentário, que faz os dentes ficarem mais fracos a ponto de quebrarem.

Mesmo aqueles kits importados são muito perigosos. O ideal é sempre ir ao dentista para realizar esse tratamento.

 

2 – Se tomar café depois do clareamento mancha de vez

Não é verdade. O que é verdade é que, durante o tratamento, o paciente não consuma alimentos corantes em excesso, pois aí sim poderá ter a coloração prejudicada ao final do processo.

O dente, apesar de ser coberto de esmalte mineral, apresenta porosidades onde os pigmentos vão se depositando ao longo do tempo, naturalmente. São eles que causam os dentes amarelados. Realizando o tratamento ou não, é inevitável que o seu sorriso adquira uma outra tonalidade com o passar dos anos.

Para quem gostaria de ter um sorriso branco, é recomendado o clareamento dental em consultório de tempos em tempos. Sem esquecer, claro, da escovação regular, de passar o fio dental pelo menos 1 vez ao dia e realizar a profilaxia de 6 em 6 meses.

 

3 – Tratamento de canal demora e é doloroso

Muitos pensam que esse tipo de tratamento causa desconforto e é preciso muitas sessões no dentista para sanar o problema de canal. Isso também é um mito. Com um profissional capacitado, dependendo do caso, o dente é tratado em apenas uma sessão ao Dentista Especialista, que dura de 1 a 2 horas.

 

4 – Clareamento deixa os dentes sensíveis

Esse é um grande engano que é replicado de boca em boca. Segundo o especialista no assunto, Dr. Dax Bittencourt, a dor e sensibilidade só aparece quando o paciente não é bem orientado e acaba usando uma quantidade de gel maior que o necessário. Ao aplicar o produto na moldeira, certifique-se que ele não vai exceder e atingir a gengiva quando for encaixar na arcada. Este é o grande motivo que gera o desconforto.

5 – Não se pode comer mais alimentos duros quando se tem prótese

Também é mentira. Ao realizar um tratamento com um profissional dedicado a esta área, como o Dr. Ilton José Mafra, você pode sair mordendo à vontade – mesmo quando a prótese é provisória.

O avanço da odontologia permite realizar implantes e aplicar próteses firmes, devolvendo a funcionalidade dos dentes. E o melhor: em poucas horas! Alguns tipos de implantes são feitos, por exemplo, em até 72 horas. Ou seja, você pode sair sorrindo em apenas 3 dias!

 

Fonte: Odontoquality, Florianópolis,2015
Saiba quais as causas da hipersensibilidade dentinária

Saiba quais as causas da hipersensibilidade dentinária

O que é hipersensibilidade dentinária?

A sensibilidade dentinária afeta um grande número de pessoas. É geralmente causada por bebida e alimentos quentes, frios, doces ou ácidos. Em condições normais, a dentina (camada interna que envolve o nervo) é coberta pelo esmalte da coroa e a gengiva ao redor do dente. Com o tempo, o esmalte pode desgastar-se, reduzindo a proteção. Também com o tempo, a gengiva pode retrair-se, expondo a raiz do dente.

A dentina tem um grande número de poros ou tubos microscópicos (túbulos) que vão da face externa do dente até a polpa, no centro. Quando a dentina está exposta, esses túbulos podem ser estimulados por mudanças de temperatura ou certos alimentos. Abaixo está uma ilustração dos túbulos dentinários vistos em um microscópio:


Foto: Colgate-Palmolive Company

Qual é a causa da hipersensbilidade dentinária?

A exposição da dentina por ocorrer devido a vários fatores. Os fatores mais comuns são:
• Retração gengival devido à idade ou escovação inadequada;
• Bebidas ácidas (como refrigerantes) que causam a erosão do esmalte e a exposição da dentina;
• Bruxismo – que, na verdade, faz com que todos ou a maior parte dos dentes tornem-se sensíveis;
• Escovação com creme dental muito abrasivo, escovação incorreta e/ou escovação em um número de vezes maior do que três;
• Gengivite, que pode causar retração gengival;
• Dente lascado ou fraturado, com exposição da dentina;
Além disso, alguns tratamentos dentários podem causar sensibilidade. Sabe-se que alguns tratamentos como o branqueamento, a profilaxia em consultório, a colocação de aparelhos ortodônticos ou restauração dentária podem causar sensibilidade durante ou depois do procedimento.

O que posso fazer?

O primeiro passo é descobrir a causa, com a ajuda de um dentista. Se a causa for a exposição da dentina, há algumas providências que você e seu dentista podem tomar para reduzir a sensibilidade:
• Use uma escova de cerdas muito macias;
• Escove corretamente para evitar a abrasão do esmalte e a retração gengival;
• Use um creme dental formulado especialmente para ajudar reduzir a sensibilidade;

O dentista pode:
• Aplicar verniz de flúor nas áreas sensíveis para ajudar a fortalecer o dente;
• Prescrever um creme dental com alto teor de flúor para uso diário;
• Restaurar as áreas que perderam o esmalte;
No final, quer você precise de procedimentos em consultório ou somente em casa, o passo mais importante é consultar seu dentista para que ele determine a causa da sensibilidade dos dentes e ajude você a encontrar uma solução que seja eficaz.

Fonte: Colgate-Palmolive Company. 

 

Nós da Oral Mint ficaremos felizes em te atender bem.

CheckUp Digital Preventivo. Você já fez o seu esse ano?

CheckUp Digital Preventivo. Você já fez o seu esse ano?

Procedimento pouco invasivo permite que problemas bucais sejam detectados no início tornando o tratamento mais barato e menos dolorido

Como  já diziam nossas mães, é sempre melhor prevenir do que remediar. E no caso da saúde bucal, não é diferente. Hoje em dia sofrer com dores de dente é coisa do passado, pois as descobertas e invenções tecnológicas surgem a todo o momento para prevenir futuros problemas. E a maior novidade atualmente no mundo da odontologia é o CheckUp Digital Preventivo.  Vamos entender como ele funciona?

O CheckUp Preventivo Digital é um exame realizado por uma câmera intra-oral de alta definição capaz de aumentar em até 60 vezes o tamanho do dente
O CheckUp Preventivo Digital é um exame realizado por uma câmera intra-oral de alta definição capaz de aumentar em até 60 vezes o tamanho do dente

Foto: Valeriy Lebedev / Shutterstock

A odontologia tradicional sempre se preocupou com a doença bucal já estabelecida, ou seja, o dentista só era procurado quando o problema já existia, tornando os tratamentos sempre mais traumáticos a caros. E é exatamente por isso que esse tipo de profissional é tão relacionado com sentimentos de dor e sofrimento. Já a odontologia moderna tem como foco a prevenção e o diagnostico precoce optando por realizar intervenções no início do problema evitando futuras dores e tratamentos mais invasivos como o canal ou até a tão temida extração.

É aí que entra o CheckUp Digital Preventivo. Apesar de ser algo novo, esse procedimento é mais simples do que parece e precisa apenas de um aparelho para ser feito. “O CheckUp Preventivo Digital é um exame realizado por uma câmera intra-oral de alta definição capaz de aumentar em até 60 vezes o tamanho do dente”, explica Heliana Daher, cirurgiã-dentista especializada em Periodontia, Estética Odontológica e Halitose.

Com estas imagens bem ampliadas, o dentista tem facilidade para avaliar com precisão toda a condição bucal do paciente. “Conseguimos avaliar detalhadamente um dente, verificar o início de uma infiltração ou detectar uma cárie que ainda não poderia ser vista a olho nu, por exemplo”, diz Heliana.

Desta forma, problemas iniciais são identificados de forma precisa, o que permite intervenções pouco invasivas, rápidas, de baixo custo e sem dor ou estresse.

Resultado na hora
A CheckUp Digital ainda tem mais algumas vantagens. A primeira é que o procedimento dura menos de uma hora e o paciente pode acompanhar toda a avaliação do dentista. “Ele pode ver todas as fotos enquanto o exame é realizado em uma tela que fica na sua frente”, diz a dentista. Assim ele entende o que acontece em sua boca e pode até tirar dúvidas na hora.

Essas imagens captadas ficam armazenadas nos arquivos digitais do paciente para que o profissional possa acompanhar a evolução do tratamento. A outra vantagem é que o resultado sai na hora. “O legal é que o paciente já sai da consulta sabendo se tem desde problemas bucais simples até os mais avançados”, diz Heliana. E claro, dependendo do caso, o tratamento já começa (ou é resolvido) no mesmo dia. Vale ressaltar que exames clínicos e radiológicos também são realizados durante o CheckUp Digital

Sem contraindicação
E as informações boas não param. Não existe contra indicação para esse exame, ou seja, todo mundo está apto a fazê-lo. “É recomendado que se faça esse CheckUp a cada seis meses garantindo assim uma prevenção mais qualificada”, diz a especialista.

Em resumo, esse exame só veio para somar e dar mais um motivo para as pessoas manterem seus sorrisos sempre saudáveis e bonitos. “Ele é um exame de custo acessível, indolor e que previne futuros danos para sua saúde bucal e para seu bolso”, brinca Heliana. Afinal, como dissemos ano início dessa matéria, sai mais barato e menos dolorido prevenir sempre!

Fonte: Colgate/Agência Beta

 

Cárie pode colocar seu coração em risco

Cárie pode colocar seu coração em risco

Você já teve algum dente cariado? Se a resposta for sim, saiba que não está sozinho. Ela é considerada a doença – sim, doença – mais comum no planeta, atingindo 5 bilhões de pessoas. Para ter ideia, 88% dos brasileiros já sofreram com o problema ao menos uma vez, segundo o Ministério da Saúde.

Para criar uma maior consciência sobre a gravidade desse buraquinho no esmalte dentário, chega ao país a Aliança para um Futuro Livre de Cárie, iniciativa internacional que reúne experts em odontologia ao redor do globo com a missão de alertar os profissionais de saúde e desafiar os responsáveis por políticas públicas sobre a necessidade de educar a população para prevenir o problema. “Nossa meta é ensinar às pessoas que o diagnóstico é simples e deve ser feito o mais rápido possível”, conta o odontologista Marcelo Bönecker, professor da Universidade de São Paulo e presidente da Aliança no Brasil. Ousada, a empreitada almeja que crianças nascidas a partir de 2026 sejam livres de cárie.

A origem do buraco

Tudo tem início quando a saliva não realiza uma de suas funções primordiais, que é ajudar a manter o pH da boca estável e, com isso, o esmalte, uma espécie de escudo da dentição, intacto. Fatores como má alimentação e falta de higiene impedem que esse detergente natural equilibre o pH, abrindo alas para a acidez. Ela contribui para a explosão demográfica de bactérias que vivem ali sossegadas e são responsáveis por converter o açúcar dos alimentos em mais e mais ácidos. E esse círculo causa estragos.

“Os micro-organismos destroem o esmalte e, se não controlados, podem consumir o dente todo”, explica o odontologista Luiz Akaki, de São Paulo. Essas verdadeiras erosões são agravadas por determinados quadros de saúde. Asmáticos, por exemplo, estão mais sujeitos a sofrer com elas. “Quando respiramos pela boca, a secreção salivar diminui, baixando a proteção do dente contra bactérias”, aponta Bönecker. “Com a secura, a tendência é tomar bebidas doces, o que piora de vez a situação”, completa. Outra doença que a presença de muita cárie pode denunciar é o diabete. Nele, os níveis de glicose vão às alturas e são outro sabotador da produção de saliva. Às vezes, porém, é a cárie que causa novas confusões. Ora, os bichos cariogênicos financiam problemas no coração.

Para afastar o risco de cárie e doenças periodontais, escovar os dentes corretamente é importante, mas a limpeza profissional também não deve ser desprezada. Recentemente, a American Heart Association publicou um estudo revelando um dado inusitado: pessoas que se submetiam com frequência a esse procedimento no consultório apresentavam uma probabilidade 24% menor de ataque cardíaco e 13% mais baixa de um acidente vascular cerebral. Nada mal…

Essa relação surpreendente tem uma explicação simples. Uma gengiva inflamada, ou uma cárie que já atingiu a raiz do dente, libera no corpo uma porção de substâncias inflamatórias. “Esses agentes desestabilizam a placa de gordura que existe nas artérias, favorecendo seu rompimento”, esclarece o dentista Ricardo Neves, diretor da Unidade de Odontologia do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. A inflamação pode dificultar o fluxo de sangue até que ele pare totalmente, ao gerar coágulos ou placas que tampam 100% da passagem. É esse acidente de trânsito que deflagra infartos e derrames.

O elo entre saúde bucal e doenças cardiovasculares é tão relevante que desde 1977 existe no Incor uma divisão especialmente focada em tratar problemas na cavidade oral em pacientes cardíacos. A preocupação é justamente evitar o risco de endocardite, infecção grave com índice considerável de mortalidade. “A boca é responsável por 40% das ocorrências desse mal, e nossa função é evitar que todo o esforço no tratamento vá por água abaixo”, expõe Neves. O cardiologista Max Grinberg, diretor da Unidade de Valvopatias do centro de referência paulistano, completa: “Sempre recomendamos que os pacientes com disfunções nas válvulas cardíacas façam visitas regulares ao odontologista”.

Mesmo quem tem o peito batendo no ritmo certo não deve fugir da cadeira do dentista. “Apenas esse profissional consegue retirar todo o tártaro, placa bacteriana que enrijece após 48 horas sem remoção, e realizar o polimento, que evita por um bom tempo a adesão de novas placas”, explica Luiz Akaki. Capriche no uso do fio dental – só ele é capaz de limpar o espaço entre os dentes. Enxaguatórios bucais, de preferência sem álcool, também ajudam a limar a placa e alcançam lugares aonde a escova e o fio não chegam. Com a higiene em dia, é possível eliminar o perigo na boca – e no coração.

Doença periodontal 

Assim como a cárie, essa infecção é causada pela placa bacteriana. Além de danificar a gengiva e os tecidos da maxila e mandíbula, causando sangramento e inchaço, ela provoca uma série de chabus. “Isso porque, de novo, as bactérias podem cair na corrente sanguínea e chegar a diferentes órgãos”, alerta o odontologista Sigmar de Mello Rode, professor da Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho, em São José dos Campos, no interior de São Paulo.

Passo a passo para uma limpeza certeira

1)Vai e vem correto

A maneira mais eficaz de fazer o acessório trabalhar direito é movimentá-lo no sentido oposto ao da gengiva. Sempre.

2)De par em par

Na hora de empunhar a escova, encare os dentes de dois em dois. Assim, o tempo investido na higiene tende a ser maior.

3)Não se esqueça da língua

O ideal é utilizar um limpador especial, porque as bactérias grudam nela também. Na falta dele, a escova cumpre bem esse papel.

 

Fonte: Branemark

Vale a pena colocar aparelho depois dos 30 anos?

Vale a pena colocar aparelho depois dos 30 anos?

Tempos atrás era mais comum vermos crianças ou adolescentes usando aparelhos para corrigir os dentes. Exatamente, ERA. Hoje, cada vez mais adultos estão procurando especialistas para ficar com o sorriso alinhado, mesmo depois dos 30. Mas será que o tratamento nessa idade vale a pena?

“Pacientes adultos são muito mais colaboradores do que as crianças. Eles não são obrigados pelos seus pais ou responsáveis a utilizarem aparelho, não fazem seus tratamentos apenas por que outras pessoas estão pagando e, por isso, dão mais valor, estão muito mais cientes da necessidade de higienização de seus aparelhos, mais dispostos a tomar cuidado com a alimentação, têm maior tolerância a dor e conseguem ter uma percepção melhor de tempo de tratamento”, diz a especialista Letícia Squadroni.

O tratamento ortodôntico em adultos acaba apresentando resultados mais estáveis e levando um tempo menor por causa da colaboração do paciente.
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Foto: Praweena Style / Shutterstock
Com esses benefícios, o tratamento ortodôntico em adultos acaba apresentando resultados mais estáveis e levando um tempo menor por causa de toda essa colaboração do paciente.

Vida moderna

O perfil dos pacientes ortodônticos começou a mudar com a evolução da vida que se leva hoje. Para começar, de uns anos para cá a expectativa de vida aumentou para 75,2 anos, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Além disso, o acesso a informação ganhou proporções gigantescas, ou seja, hoje as pessoas vivem mais, sabem mais e querem mais.

Com tudo isso também cresceu a procura por qualidade de vida e estética afinal, já que é para viver mais, que seja melhor e mais bonita. De olho nessa perspectiva, profissionais da saúde passaram a colaborar com tudo isso. Já faz um tempo que várias áreas estão se juntando para trazer melhores tratamentos para as pessoas.

“Outros profissionais da área da saúde têm indicado a ortodontia para melhorar a saúde de seus pacientes, reconhecendo seus benefícios. Exemplo: hoje todo mundo sabe da importância de um sono tranquilo e reparador na prevenção de inúmeras doenças. Os distúrbios do sono, como a apnéia (parada respiratória durante o sono) estão diretamente relacionadas com uma sobrecarga cardíaca e aumento da pressão arterial. Sendo a cirurgia ortognática um dos tratamentos para a sanar essa condição, a instalação do aparelho ortodôntico torna-se imprescindível para o sucesso do resultado final”, diz Letícia.

E os exemplos não param por aí. Especialistas em ATM (articulação têmporo-mandibular) estão indicando que seus pacientes procurem um ortodontista para corrigir dentes tortos ou mal-posicionados que possam estar causando dores de cabeça ou orofaciais.

Nem sempre é melhor na infância

Quando o intuito do tratamento é ortopédico, redirecionando ou estimulando o crescimento dos esqueletos da face, é indicada a intervenção na infância ou adolescência. Agora, quando o objetivo é ortodôntico, aquela conversa toda de que era melhor ter usado aparelho na infância, cai por terra.

“O tratamento ortodôntico ideal implica em reposicionar todos os dentes permanentes em suas corretas posições de forma a atingir uma oclusão (mordida) perfeita. Crianças e adolescentes além de estarem em crescimento/desenvolvimento, não costumam ter ainda todos os dentes na boca, tendo uma dentição mista ou incompleta e isso pode fazer o tempo de tratamento aumentar”, diz Letícia.

Sem limite de idade

Mas você deve estar se perguntado: 30 anos ainda é novo, mas e no caso de pessoas ainda mais velhas? Letícia responde: “Qualquer adulto está apto ao tratamento ortodôntico, sem limite de idade. Hoje, sabe-se que os ossos renovam-se constantemente durante toda a vida. Isso quer dizer que os dentes podem ser movimentados ortodonticamente, reabsorvendo e neoformando o osso que está ao seu redor sempre que houver aplicação de uma força ortodôntica fisiológica”, diz a especialista.

Claro que há alguns casos mais complexos que vão precisar de outro procedimento antes da instalação do aparelho, mas isso não impossibilita o tratamento ortodôntico. Ou seja, nunca é tarde para desejar ter um sorriso perfeito e alinhado.

Reprodução: Folha Diriguda

Gravidez, Cuidado Pré Natal e Saúde Bucal

Gravidez, Cuidado Pré Natal e Saúde Bucal

A saúde bucal pode afetar a gravidez?

Há cada vez mais evidências sugerindo a existência de uma relação entre as enfermidades gengivais e os nascimentos prematuros, e de bebês que nascem com peso abaixo do normal. As gestantes portadoras de enfermidades gengivais têm maior propensão a dar à luz a bebês prematuros e abaixo do peso normal.

Outros estudos devem ainda ser feitos para que se estabeleça de que maneira as enfermidades gengivais afetam a gestação. Parece que essas doenças aumentam os níveis dos fluidos biológicos que estimulam o trabalho de parto. Os dados também sugerem que quando uma enfermidade gengival piora durante a gravidez, o risco de o bebê nascer prematuro aumenta.

Que posso fazer para garantir uma gravidez saudável?
O melhor conselho que se pode dar a uma mulher que está pensando em engravidar é ir ao dentista e resolver todos os problemas bucais, antes de ficar grávida.

Durante a gestação, seus dentes e gengivas precisam de cuidados especiais. Uma higiene bucal adequada, o uso diário do fio dental, uma alimentação equilibrada e visitas periódicas ao dentista são medidas que ajudam a reduzir os problemas dentários que acompanham a gestação.

Que problemas orais podem ocorrer durante a gravidez?
Os estudos revelam que um grande número de mulheres tem gengivite durante a gravidez, com acúmulo de placa bacteriana que se deposita nos dentes irritando a gengiva.

Mantendo seus dentes sempre limpos, especialmente na região do colo dentário, área em que a gengiva e os dentes se encontram, você pode reduzir significativamente ou até evitar a gengivite durante a gravidez. E além disso, você pode ajudar ainda mais a saúde de seus dentes, substituindo os doces por alimentos integrais tais como queijo, verduras e frutas frescas.

O que posso esperar de uma consulta com o dentista durante meu período de gravidez?
Em primeiro lugar, não deixe de informar o dentista que você está grávida. É melhor marcar uma consulta entre o quarto e sexto mês de gravidez, porque os três primeiros meses são os mais importantes no desenvolvimento da criança. No último trimestre da gravidez, o estresse associado com a consulta ao dentista pode aumentar a incidência de complicações pré-natais.

Na maior parte dos casos, radiografias, anestésicos dentais, medicação contra a dor e antibióticos (especialmente a tetraciclina) não são receitados durante o primeiro trimestre da gravidez, a não ser que sejam absolutamente necessários. Além disso, sentar-se em uma cadeira de dentista nos últimos três meses da gestação pode ser algo muito desconfortável. Há também evidências de que as gestantes podem ser mais suscetíveis à náusea. Mas, não se preocupe, pois seu dentista está preparado para ajudá-la nesta situação.

Se precisar fazer uma consulta de emergência, avise o consultório, antes de chegar lá, que você está grávida. Informe a respeito de qualquer tensão que estiver sofrendo, abortos naturais anteriores e medicamentos que esteja tomando. Tudo isso pode influenciar a forma pela qual seu dentista vai atendê-la e tratá-la. É bem provável que seu dentista entre em contato com seu médico, antes de iniciar qualquer tratamento.

Se tiver qualquer dúvida, insista para que seu dentista fale com seu médico. E se o dentista prescrever qualquer medicamento, não aumente a dosagem recomendada, mesmo no caso de uma simples aspirina.

Extraído de Colgate
O Check Up Dentário de sua Criança: O que esperar

O Check Up Dentário de sua Criança: O que esperar

Nós  dentistas, somos parceiro de sua família no caminho para se obter sorrisos saudáveis. Não se esqueça de marcar visitas regulares ao dentista para toda a família. A primeira visita de uma criança ao dentista deverá ocorrer antes de seu terceiro aniversário.

O exame dos dentes quando ocorre cedo na vida das crianças permite que elas tenham uma experiência positiva com relação à saúde bucal.

 DICA:  leve seu bebê de um ano de idade com você ao dentista quando tiver sua própria consulta. Deste modo, o consultório do(a) dentista torna-se um lugar familiar.

Tratamentos com Flúor:
O dentista pode fazer um tratamento nos dentes da sua criança usando flúor, na forma de gel, para tornar os dentes ainda mais fortes. Coloca-se gel numa moldeira que fica na boca da criança durante alguns minutos para deixar que o flúor penetre nos dentes. Existe no mercado gel de diferentes sabores para crianças.

Selantes dentários:
São finas camadas protetoras de resinas, aplicadas pelo dentista nos dentes permanentes posteriores (molares). Eles preenchem os sulcos nas superfícies de mastigação dos dentes onde alimentos e bactérias podem ficar aderidas e causar cáries. Uma vez aplicados, os selantes podem durar por vários anos.

Radiografias:
Estas “fotos” mostram ao dentista o que se passa dentro dos dentes e debaixo da linha da gengiva. Durante uma radiografia, sua criança usará um avental de chumbo para evitar exposição desnecessária aos raios.

Prevenção de cáries na infância:
(também conhecido como cáries de mamadeira)

Cáries na Primeira Infância é uma doença que pode ser evitada. Os passos a seguir podem lhe ajudar a proteger seu bebê desta dolorosa doença – e peça a seu dentista ou médico mais informações.

É melhor não oferecer a mamadeira enquanto seu bebê está na cama. Mas se você tiver que oferecer a mamadeira enquanto ele estiver na cama encha-a com água. Qualquer outro líquido que não seja água, até mesmo leite ou suco, pode causar cáries.

Você pode usar a mamadeira para alimentar seu bebê nas horas regulares de alimentação, mas permitir que a mamadeira seja usada como chupeta pode ser uma das principais causas de cáries.

– Segure seu bebê enquanto o alimenta. Se o seu bebê adormecer, remova a mamadeira e ponha-o na cama.

– Evite pôr o bebê para dormir com a mamadeira.

– Evite deixar sua criança pequena passear com a mamadeira.

parcialmente extraído de Colgate/Terra